Visão geral da China
A República Popular da China, ou simplesmente China (em chinês: 中国;pinyin: zhōng guó) está localizada na Ásia Oriental. Hoje em dia, A China tem uma população de cerca de 1,416 bilhões de habitantes (dados de meados de 2025 do Relatório de Perspectivas Demográficas Mundiais das Nações Unidas), com projeções indicando que a população pode estar na faixa de 1,39 a 1,4 bilhões no final de 2025. É um país unido e multiétnico, com os han a constituírem a etnia majoritária (91,11% da população total) e 56 etnias no total que formam juntos a família da nação chinesa.
A China é uma das quatro civilizações mais antigas do mundo, tendo o vale do Rio Amarelo e do Rio Yangtzé como berço e base da civilização chinesa, que possui uma história ininterrupta de mais de cinco mil anos. Atualmente, a China é liderada pelo Partido Comunista da China (fundado em julho de 1921), com 22 províncias, 5 regiões autónomas, 4 municípios diretamente administrados pelo Estado (Pequim, Tianjin, Xangai e Chongqing) e 2 Regiões Administrativas Especiais (RAE) – Hong Kong e Macau. Desde a implementação das reformas e abertura em 1978, a China registou um crescimento económico sustentado e sólido, tornando-se uma economia importante na Ásia Oriental e um motor-chave para o crescimento económico global.

O país é dominado pela civilização chinesa e baseia-se na cultura chinesa. A língua comum é o chinês (mandarim). Os vários grupos étnicos da China são conhecidos coletivamente como o povo chinês. A Grande Muralha, a tatuagem do dragão e o panda são alguns dos símbolos importantes da nação chinesa. O confucionismo, o taoísmo, o Tai Chi, o Feng Shui e o Kung Fu tiveram origem na China.
A China ocupa uma área de cerca de 9.600.000 quilómetros quadrados, o que faz dela o terceiro maior país em área total. A China tem fronteiras com 14 países e é vizinha de 8 países. Faz fronteira com a Coreia do Norte e a Rússia a nordeste, com o Cazaquistão, o Quirguizistão e o Tajiquistão a noroeste, com a Mongólia a norte, com o Afeganistão e o Paquistão a oeste, com a Índia, o Nepal e o Butão a sudoeste e com Myanmar, o Laos e o Vietname a sul.
Bem-vindo à China - 240 horas sem visto, o suficiente para uma viagem emocionante.
Se você está planejando uma viagem, a China está abrindo silenciosamente portas cada vez mais amplas: viajantes com passaportes comuns de 55 países incluídos na política de isenção de visto podem entrar sem visto em dezenas de pontos de entrada, como Pequim, Xangai, Cantão, Chengdu e Xi'an, desde que tenham um bilhete de viagem combinada válido. O tempo máximo de permanência nessas cidades pode chegar a 240 horas — ou seja, dez dias inteiros — sem precisar ir antecipadamente à embaixada para tratar dos procedimentos, preencher formulários complicados ou pagar a taxa de visto no momento da chegada. A China já está bem perto.

O que é possível fazer em dez dias? Na China, esse período é suficiente para deixar os turistas que visitam pela primeira vez encantados e também para que os frequentadores descubram novas experiências. Quando o avião pousa ou o trem de alta velocidade entra na estação, uma boa notícia aparece discretamente no grande ecrã do aeroporto: viajantes de 55 países podem entrar sem visto, com permanência máxima de 240 horas. Sem esperar pelo visto, sem trâmites complicados — o passaporte e o próximo bilhete de trem são o passaporte.
No primeiro dia,de manhã, mergulhe nos antigos becos de Pequim, caminhando sobre calçadas de pedra azul enquanto segue o fumo das cozinhas, saboreando um prato quente de suco de feijão com bolinhos crocantes e tostados, desbloqueando o sabor autêntico do dia a dia urbano. À tarde, dirija-se à Grande Muralha de Badaling, suba as imponentes muralhas e, de cima, contemple as montanhas sobrepostas, tocando a textura marcada pelo tempo de uma obra de defesa milenar. À noite, na hora do crepúsculo, desfrute de um pato assado de Pequim com casca crocante e carne macia em um restaurante tradicional, e, ao mesmo tempo, olhe para os arranha-céus do CBD, iluminados por luzes deslumbrantes, vivenciando a fusão entre o encanto da cidade antiga e a prosperidade moderna.
No dia seguinte, À manhã, passeie pelo Bund, mergulhando no 'Exposição de Arquitetura de Diversas Nações', onde os edifícios centenários à beira do rio Huangpu refletem-se nas águas cristalinas; à tarde, entre no Jardim Yu, onde, entre becos sinuosos e pavilhões elegantes, você desfruta de uma paisagem cambial típica dos jardins do sul da China, com sua elegância serena e serenidade. Quando as luzes começarem a cair, passeie pela Rua Nanjing, cheia de movimento e animado, e depois suba ao passeio ao longo do rio para aproveitar o espetáculo de luzes deslumbrante de Lujiazui, onde a Torre Oriental e o Shanghai Tower traçam a silhueta da cidade.
No terceiro dia, Ao entrar no Museu das Terracotas do Imperador Qin, encante-se com a imponente 'legião subterrânea': mil figuras de terracota, cada uma com um rosto único, contam a história da grandeza do Império Qin, oferecendo uma experiência imersiva dos Oito Milagres do Mundo. À tarde, alugue uma bicicleta e passeia pela antiga muralha de Xi'an, onde a brisa suave traz ao coração a beleza da cidade, revelando a fusão entre o passado e o presente, dentro e fora da muralha. Ao entardecer, explore a Cidade da Noite da Dinastia Tang, onde, entre as luzes deslumbrantes, o traje tradicional chinês flutua no vento, a música clássica soa suave e os mercados típicos reúnem-se num ambiente que faz você sentir como se tivesse viajado de volta ao auge da dinastia Tang.
No quarto dia, Em apenas 5 horas de trem de alta velocidade, chega-se a Suzhou, um verdadeiro paraíso terrestre que esconde o romantismo mais refinado do sul da China. Visite o Jardim do Governo Humilde e o Jardim dos Leões, e entre os corredores sinuosos e as montanhas artificiais com pedras empilhadas, experimente a elegância e a delicadeza dos jardins de Jiangnan, considerados os melhores do mundo. Aproveite as luzes filtradas pelas janelas e a lua refletida no lago de lótus, mergulhando numa experiência imersiva que revela a beleza duradoura da estética chinesa.
No quinto ao sexto dia, embarque num trem de alta velocidade de três horas rumo a Huangshan, um verdadeiro microcosmo das paisagens montanhosas da China. Pela manhã, suba a montanha a pé e admire o mar de nuvens em movimento, como num reino mágico; os pinheiros imponentes brotam entre rochas, enquanto rochas estranhas e irregulares se erguem em formas inusitadas. Do pico Lianhua e do cume Guangming, desfrute de uma vista panorâmica das montanhas. À noite, hospede-se num alojamento de montanha, deite-se encostado à encosta e ouça o som dos pinheiros e o canto dos insetos. No dia seguinte, levante-se cedo para acompanhar o nascer do sol, ver o brilho dourado iluminar as encostas e preservar o momento mais romântico de uma pintura de montanhas e águas.
No sétimo dia, após quatro horas de viagem, chegamos a Guilin e embarcamos numa pequena balsa de bambu para descer o rio Li. A água do rio, como uma fita verde-esmeralda, serpenteia entre as montanhas, enquanto, nas margens, se erguem fortes formações cársticas. Diante dos olhos, desdobra-se uma cena poética: 'montanhas verdes se enfrentam, uma vela solitária surge ao longo do horizonte'. Barcos de pescadores cantam ao entardecer, garças brancas voam suavemente — cada cena é como uma pintura de paisagem, capaz de curar o espírito.
No oitavo dia, embarquei num voo de duas horas rumo a Chongqing, uma cidade '8D mágica' cheia de surpresas. Ao entardecer, passei por Hongyadong, onde as casas de pé erguidas nas encostas, iluminadas por luzes que se sobeiram, refletem-se no rio Jialing, como um reino mágico de um desenho de Hayao Miyazaki. À noite, sentei-me à mesa para um hot pot de Chongqing: o caldo picante, aromático e saboroso fervia, enquanto o tripe de gado e os intestinos de pato, cozidos no caldo, eram servidos prontos para comer, permitindo-me sentir, com intensidade, o charme picante da cidade montanhosa. Depois da refeição, passei pelo Monumento à Libertação e por Liziba, observando o metrô ligar-se aos edifícios e vivenciando a textura urbana única de 'escalar encostas e atravessar obstáculos'.
No nono dia, cheguei a Chengdu em um trem de alta velocidade de 1,5 hora. Esta 'terra do céu' esconde um ar de relaxamento e agradável tranquilidade. De manhã, visitei a Base de Pesquisa e Reprodução de Pandas Gigantes, onde os pandas, com seus gestos encantadores, comem brotos de bambu e se jogam e brincam — uma experiência que acalma toda a fadiga. À tarde, aprendi artes marciais básicas com um mestre, sentindo, em cada movimento, a harmonia entre força e suavidade do wushu chinês. À noite, passei pelo bairro de Kuanzhai Xiangzi, onde, entre os antigos becos de tijolos azuis e telhados escuros, provei pratos típicos como o 'Bobo Ji' (galo em tigela) e o 'Dan Hong Gao' (bolo de ovos assado), e ouvi os aplausos e os efeitos visuais do teatro Sichuan no salão de chá, vivenciando de forma imersiva a vida cotidiana de Chengdu.
No décimo dia, pela manhã, passei por pequenas lojas típicas de Chengdu, escolhendo oloong de sabor intenso e pimentas Sichuanas picantes e autênticas como lembranças, guardando com carinho os sabores da viagem. À tarde, com na mente memórias inesquecíveis — o aroma de feijão nas ruas matinais, o mar de nuvens que se agita nas montanhas e a brisa noturna ao longo do rio —, segui para o aeroporto, encerrando com êxito esta jornada de dez dias que atravessou montanhas, rios, lagos e mares.
A política de visto livre para 240 horas não é apenas um 'canal de facilitação', mas também uma 'ponte cultural'. Na Zona de Exposição de Folclore das Antigas Fornos de Jingdezhen, entusiastas de cerâmica do Portugal e artesãos locais pintam juntos porcelanas azul-esverdeadas, com a tinta cobalto que transmite a história do intercâmbio cerâmico entre a China e Portugal no século XVI. Em Hongyadong, em Chongqing, turistas brasileiros aprendem a dançar o baishou com artistas de rua, enquanto os ritmos do tambor samba e os cantos tradicionais do rio Chuanjiang se fundem de forma surpreendente. Na Zona de Arte 798, em Pequim, visitantes estrangeiros param diante de um grafiti que mostra 'Pele e Li Bai juntos', vivenciando um diálogo entre futebol e poesia que transcende o tempo e o espaço.
O intercâmbio entre línguas e culturas ganha cada vez mais calor humano. Mais de 30 mil estudantes chineses de língua portuguesa nas universidades tornaram-se 'envolventes embaixadores' do diálogo sino-português; as crianças do Instituto Confúcio em Lisboa escrevem 'saudade' com pincel, e nos traços dos caracteres chineses transparece curiosidade pela cultura chinesa. Na era digital, os 'cursos de tofu Mapo' partilhados por internautas brasileiros no Xiaohongshu e os passos de samba ensinados por blogueiros chineses no Douyin permitem que a interação cultural ultrapasse fronteiras geográficas, enquanto a política de visto livre para 240 horas de viagem transforma essas 'resonâncias online' em 'encontros presenciais'.
De 72 a 240 horas, do 'percurso no ponto de entrada' ao 'roaming interprovincial', cada atualização da política chinesa de visto livre para travessias é uma interpretação vívida de que 'a abertura é um sinal distintivo da modernização à chinesa'. Dez dias são tempo suficiente para contemplar o mar de nuvens do Monte Huangshan e as águas cristalinas do Rio Li, para vivenciar o encanto dos hutongs de Pequim e do Bund de Xangai, e para sentir o charme da cerâmica de Jingdezhen e do hot pot de Chengdu.
Com a contínua abertura do sistema de gestão migratória, novas medidas de facilitação serão progressivamente implementadas. Cada vez mais visitantes chegarão com amor pela China, e esperamos que os amigos dos países de língua portuguesa também venham com esse mesmo sentimento. A Top China Travel abra os braços com entusiasmo para oferecer serviços personalizados.
Se quiser saber mais sobre como viajar para a China, pode clicar no sítio Web[Topchinatravel.com] para saber mais ou clicar na consulta.









